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Lâmpadas ineficientes deixam de ser produzidas no Brasil

Desde sábado, 30 de junho, as lâmpadas incandescentes de uso geral com potências de 150W e 200W que não atenderem níveis mínimos de eficiência energética deixam de ser produzidas e importadas no Brasil. A imposição atende portaria publicada no final de 2010 e tem como objetivo reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e halógenas.

A substituição das lâmpadas incandescentes no Brasil não será imediata, mas de forma gradativa. A ideia é que elas saiam do mercado de acordo com a potência, de 31 de dezembro de 2012 a 30 de junho de 2017, das de maior para as de menor potência.

Especificamente para as lâmpadas de 150W e 200W, os fabricantes e importadores poderão vender seus estoques até 31 de dezembro de deste ano. E os atacadistas e varejistas terão prazo de um ano para cumprir a determinação, podendo vendê-las até 30 de junho de 2013.

Segundo dados da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, uma lâmpada incandescente de 60W que permaneça ligada quatro horas por dia pode resultar em 7,2kWh de consumo no final do mês. Na comparação, uma lâmpada fluorescente compacta equivalente proporciona uma economia de 75%, consumindo 1,8 kWh. 

Estimativas do Procel mostram que substituição das incandescentes por fluorescentes e compactas resultaria numa economia  de aproximadamente 5,5 bilhões de kWh por ano, o que equivale ao consumo anual de todo o Distrito Federal, que tem 2,5 milhões de habitantes. A economia poderia chegar a até 10 bilhões de kWh por ano, em 2030, de acordo com as projeções de crescimento do País.

 

Fonte: Jornal da Energia 

 
 
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